O trabalho iniciado há pouco mais de ano e meio pelo GreeneFact foi reconhecido pelo International Fact-Checking Network (IFCN), a rede mundial de fact-checkers, ao aceitar este site como signatário do seu Code of Principles, que funciona como uma garantia de independência e transparência para os meios de comunicação social a ele vinculados.
Este estatuto só pode ser concedido “a organizações legalmente registadas, criadas com o propósito de verificação de factos” e “que publicam regularmente relatórios imparciais sobre a precisão factual de declarações de figuras públicas e instituições proeminentes, bem como alegações amplamente divulgadas em texto, imagens e outros formatos, focadas principalmente em alegações relacionadas com questões de interesse público”.
Pelo contrário, o estatuto de signatário do IFCN “não pode ser concedido a organizações cujo trabalho editorial seja controlado pelo Estado, por um partido político ou por um político”. No entanto, “pode ser concedido a organizações que recebam financiamento de fontes estatais ou políticas para realizar jornalismo de serviço público”, caso o avaliador do IFCN determine que “existe uma separação clara e inequívoca do controlo editorial da influência estatal ou política”.
O logo de signatário do código de princípios do IFCN, que funciona como uma garantia de independência e transparência para os meios de comunicação social vinculados a esta organização.
As candidaturas são avaliadas por avaliadores independentes e têm de cumprir 31 critérios. Depois de aceites, os signatários têm de assumir cinco compromissos: não tomarem partido e serem justos; transparência das fontes; transparência de financiamento e de organização; com a transparência da metodologia; e com uma política de correções aberta e honesta sempre que for necessário.
Princípios esses que vão ao encontro do próprio estatuto editorial do Green eFact, uma publicação de informação digital nascida da necessidade identificada e crescente de se ter informação validada, certificada e escrutinada sobre três grandes áreas cada vez mais relevantes: Sustentabilidade, Alterações Climáticas e Energia.
Afinal e porque o objetivo de qualquer projeto jornalístico deve ser sempre o de procurar a verdade, combater a desinformação e oferecer informações factuais devidamente validadas e sustentadas de forma transparente e objetiva, o Green eFact está particularmente atento à desinformação e inverdades postas a circular sobre os temas que acompanha.